2018

Esse pode ser considerado o primeiro post oficial de 2018.

Uma cabecinha a mil, mts informações rolando. A cabecinha nuca fica fria será? Algumas convicções, mais do mesmo? Muitas modificações na construção do pensar e do pesar, esse sim mudou. Tudo pesa um pouco menos agora. Aquela figura pertinente? FodA-SE ela rs, já deve está se desgastando suficientemente só. 2018, momento de estudos. Agora foquei em indigenismo no brasil, espero me identificar com o novo cursinho que adentrei…

Deus sabe da minha agonia em definir um campo especifico de estudo… que diabos horrivel que é se decidir em nossas escolhas.

Sem deixar espaço para qualquer merda que queira me atravancar no caminho, vou aqui seguindo, se se meter esteja prontx para levar… kkkkkkkk   xD

Nada muito a expressar ou falar. Pelo menos aqui…

ah, o mais importante: cada vez mais me importando menos. isso é uma chave.

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O texto é de um post antigo…mas agora vou publicar.

E não desistir nunca.

Hoje posso sentir a doçura do mar.  Após longa viagem em meio a tormenta marítima, finalmente pude entender, como é doce morrer no mar! Jorge Amado tinha razão. O mar nos acolhe, mas pode sufocar; nos embala, mas faz balançar. Entendo que não sei nem mesmo um terço daquilo que o oceano guarda em segredo, tão pouco posso duvidar de que um dia não voltarei a mergulhar em águas agitadas.

O amor, essa coisa louca, esse queimar d’alma, esse corpo a corpo, olho por olho e dente por dente. Essa poesia que invade a vida, esse nódulo dramático a lá Almodôvar.  Todas as coisas boas que ele carrega… mas  e as más??

Não era amor.

Era confusão, era fascínio. Eu não estava LÁ, mas eu vi. Da fúria impetuosa do seu olhar eu me vi, eu me vi tal como sou/era, porque agora não sou mais aquela. Eu queria na verdade agradecer por mostrar a mim mesma, da maneira mais cruel e desnuda que alguém poderia se reconhecer, aliás quero agradecer a todos os envolvidos, isso me inclui.  Após tu{dor} passado ficou o vazio. O vazio de quem se desmanchou e se perdeu, pereceu, quis deixar cair…

A grande questão é que não sei verdadeiramente se fui eu ou se foi você, quem se equivocou; quem sentiu; quem se equivocou em sentir ou não. Mas isso [NÃO] importa [mais]? Não sei. Agora sei apenas o que importa. E não sou eu, tão pouco você. Eu não sei se devo aqui contar esse segredo profundo, o maior do mundo! Entendo que meu status permanente de resistência foi uma grande chave para essa compreensão e para a transformação. E por mais surpreendente que seja, foi você que me entregou. Abriu a porta. Mesmo sem  intenção nenhuma, foi você rs.

Se um dia voltares a me ver, vai saber disso, porque eu vou lhe mostrar, estará claramente lúcido em meu semblante. Não te dizer o que eu vivo, ou penso ou sei, jáÉ como declarar algo em seu íntimo. Está tudo sendo declarado a cada suspiro, a cada pesar que me fora dado e a cada direção que eu vá tomar, lá vai estar você, não por ser influente, mas por sermos um o outro, mesmo em silêncio você saberá.

Agora eu quero te mencionar que só o amor é luz, e somente isso importa. Faço dele meu, como já diria quela velha baladinha romântica… foi assim que construí uma boa parte a minha lida aqui na terra, padecendo um pouco, mas desfrutando de tudo.

Agora eu já sei como é doce morrer no mar!

 

 

 

2016 -balanço geral

O ano de dois mil e dezesseis (2016) foi bastante dificultoso pra eu, pra falar a verdade, os dois últimos anos foram assim: tudo difícil, meio desajustado, um pouco torto, fora da reta. Foi doloroso, forçoso e até hostil. O que me faz escrever sobre isso agora (now), é fato e eu ter (SIM) sobrevivido. Entre trancos e barrancos, fui eu me segurando. O coisinha trabalhosa que é o coração hein?! Puxa vida! MAis bate que apanha, mas que apanha, ah se apanha…

O ponto crucial de tudo isso, é extrair o que me proporcionou tais experiências: um crescimento e admiração pessoal incontestável. Dentro dos meus limites de aceitação, sobre as coisas, a vida e principalmente de mim mesma. Me coube apenas crescer com esse processo. Onde minha única fuga do calabouço seria esta: CRESCER – Amadurecer – mudar – transmutar.

Cada vez que eu me percebia mais fragilizada, encontrava forças extra para me reerguer, mesmo que cambaleando, e tonta. Cada nocaute foi um aprendizado. Cada desconforto e dor representou um esforço (sobrenatural) para uma busca por estabilidade…

Espera!!

Não quero ser fantoche! Eu sou protagonista! Aqui nesse palco eu vou me mostrar.

E aqui mesmo onde cheguei HOJE, inclusive, eu posso sentir a transformação, um ponto de mutação. a comunhão de todas as dores e delícias, de todos os erros e acertos, de todas as intenções que tive até então. eu sinto isso pulsar em minh’alma.

E aqui eu afirmo que não cheguei só, na caminhada eu posso estar agradecendo aos companheiros, de todos os reinos. E principalmente, sobretudo, perceber que devo a você também essa coroa, pois me ensinaste a nunca, sequer, pensar em ser como você: uma fruta podre – atrativa e até vivaz por fora. adoecida e seca por entro. pronta para ser descartada na próxima lixeira. Não, espera!

Vou te jogar na composteira da vida, daí virão as flores do meu jardim.

esse ano eu sangrei. sangrei pelas veias, pelos orifícios de meu corpo, tive hemorragias internas. sangrei por todas as mulheres. vitimas de  ódio. sangramos juntas. continuamos sangrando. por tanto repúdio que nos ocorre para com o rancor desse machismo impetuoso. dessa opressão do sexo. da aniquilação do pensar. somos, porém,  embora, que, sangradas; somos nós mujeres que lutam. mujeres que renegam o padrão de comportamento da violência, não aceitamos a imposição do macho. não condizemos com a sociedade patriarcal. me uno a todas que fazem dessa luta, um propósito de igualdade, anti-patriacal. anti-capitalista.